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  • Ronaldo Gomes dos Santos

O sangue inocente


O cálice por nós já foi tomado

A taça amarga que não foi evitada

Cravada foi a coroa de espinhos

Todo o labor pelo nosso viver

O padecimento, a redenção de todas as dores

Passe o cálice, mas faça-se a tua vontade

Sacrificado o sangue inocente

Pela nossa libertação foi derramado

As gotas que corriam até o chão

Traduzem tantas lágrimas derramadas

O resgate da nossa existência

Ansiava por esse momento

O fraquejar de todo o nosso sentir

Foi pago com tamanho sofrimento

Um sentimento agudo

Um inexprimível penar

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